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Mostrando postagens de 2009

"Cleomar" no Sescanção

Tenho como grande amigo e parceiro musical o maior compositor de Sergipe, Gilton Lobo; como irmã, uma bela voz, Maynara Müller; como exemplo de luta pela vida, o amigo exato, de redação, madrugadas e violões, Cleomar Brandi.
Todas essas coincidências foram determinantes para que a música "Cleomar", composta em parceria com o Gilton, recebesse o prêmio do Sescanção. Além de apresentada no Emes, na voz da Maynara, é claro, vai abrir o CD do Sesc, que deve sair em janeiro.
A Gilton, Maynara e Cleomar só posso agradecer pelo privilégio. Decerto não sou merecedor.


Olá

Eu sou a boemia a lhe saudar
nas noites dissonantes
A lua dos errantes
As flores dos amantes
Hão de ser pra sempre belas

Olá
Quem sabe até a poesia seja eu
A pena dos poetas
Um copo de conhaque
Ao tom de luz vermelha
No colo de uma dama
Que diz que me ama
Eternamente, até o nascer do dia

Quem sabe eu tenha a madrugada
como confidente
E a saudade ao meu lado
como companhia
Meu coração, boêmio, é feito simplesmente
De verso, encanto,…

O ano do Saci e da Cuca

Quando o Amaral Cavalcante, editor do Folha da Praia, ligou-me pedindo uma previsão para o futebol sergipano em 2010, aceitei o ‘desafio’ com aquele sorrisinho de canto de boca, típico de quem tem a certeza da vitória. Afinal, não é preciso ser a Mãe Dinah para prever o futuro do esporte bretão na terra do Motinha. Cartas, búzios, tarô, bola de cristal, Fala que Eu te Escuto, dízimo, nada disso. Diante de tamanho amadorismo, desleixo, irresponsabilidade por parte de quem faz o nosso futebol ou deixa de apoiá-lo, não titubeio em dizer que 2010 será igualzinho a 2009, 2008, 2007 e por aí vai.
Antevejo um novo ano repleto de velhos problemas. Arquibancadas vazias, dirigentes desorganizados, empresários desinteressados, jogadores com salários em atraso etc.etc. etc. O Confiança já contratou quase um caminhão de atletas desconhecidos; o Sergipe alguns outros; o Itabaiana viajou em pré-temporada para a Chapada Diamantina, numa tentativa de desintoxicar, mas isso não muda muita coisa. O fil…

?????????????????????

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Por que tantos porquês?
Por quê?
Qual oporquê das regras fúteis?
Porque sou incompreensível?
Senhores gramáticos:
Vão à merda.
Ou vãoa merda!!!

Agacha, pega e come

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Lixão na abandonada Kalil
Foto: Tarcísio Dantas/Jornal da Cidade


Maltrapilho, ele caminha a passos lentos em meio à podridão. De olhar arguto, curvado para baixo, perambula por entre as sobras. Não deixa passar qualquer réstia de subsistência impregnada de chorume. Aos 12 anos, o menino de Riachão do Dantas, a 99 quilômetros de Aracaju, a capital da qualidade de vida, segue os passos da mãe: é um catador.
Para o jornal ele é “Jonathan Silva”. Nome fingido, égide da pouca dignidade que ainda lhe resta. Para o Poder Público, não é ninguém. Mirrado e roto, transita cauteloso como um gato, astuto como um rato, farejador como um cão. Castigado pela fome e pelo sol, não titubeia diante do fétido e nauseabundo pedaço de carne – desperdiçado há um dia ou mais, por alguém de bucho farto ou paladar exigente, que desaprovou a comida. O menino não tem por que esnobar: agacha, pega e come.
“Jonathan” poderia estudar, vislumbrar um futuro. Mas seus sonhos estão castrados. Não quer ser piloto, nem médic…

"Ecuassão simpres"

Um presidiário custa quase mil e seiscentos reais aos cofres do Estado por mês. Um artista de renome nacional, mais de cem mil por uma hora e meia. Um aluno da rede pública de ensino, míseros R$ 173,56 mensais. Daí que bandidos fazem escola, o piadista Renato Piaba é cidadão aracajuano e o empresário da Calcinha Preta, Gilton Andrade, é forte candidato a ganhar uma medalha de Honra ao Mérito na Assembléia Legislativa, por disseminar a “CUtura" sergipana em rede nacional.

Tirei dez?

Para um editor libidinoso ou carente, pouco importa a editoria...

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"Eu queria ser o banquinho da bicicleta, pra ficar bem no meio das pernas..."

Terapeuta ocupacional???!!!!

A partida é entre Brigham Young e Novo México, pela Liga de Futebol Feminino dos Estados Unidos. E a zagueirona do Novo México é a Elizabeth Lambert, uma estudante do 3º ano de Terapia Ocupacional. Quem se habilita a uma sessão????

P.S. - Elizabeth foi considerada pela imprensa espanhola como a jogadora mais violenta do mundo. Título mais do que justo.




Gordo na academia

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A pior sensação do mundo é a de um gordo dentro de uma academia. Eu garanto. E não por que nos sentimos – nós, os fofinhos – ridicularizados, fora dos padrões e tal. Na verdade, sabemos que estamos longe dos padrões da estética da moda, dessas futilidades, bem como dos parâmetros de uma boa saúde – e é isto o que, atrelado à falta de tempo para a prática de esportes, nos leva a academia.
O que quero dizer, sem qualquer sintoma de complexo - e todo gordo que sente isso na pele há de concordar comigo – é que, naquele ambiente criado para o levantar e puxar de pesos, para o enrijecer de músculos, somente nós, os cinturinhas de ovo, parecemos normais, parecemos humanos.
Mulheres gostosonas, caras saradões e a gente ali no meio, feito alienígena, à procura de um outro alguém comum, recheado de estrias e celulites, que possa bater um papo sadio no plano das idéias, mas não discuta necessariamente a busca pela perfeição do corpo, suplementos alimentares, dietas, medidas e pesos, esses assuntos…

A lua do boêmio

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Eis que a lua repousa sobre Aracaju em 04 de novembro de 2009, plena quarta-feira. Embebida na sensibilidade e talento do jornalista, poeta e fotógrafo Nivaldo Menezes, se mostra graciosa. À espera dos acordes de um violão, dos beijos, suspiros e sussurros dos amantes, dos goles compassados e melódicos da poetisa boemia. Sim, a lua espera o boêmio, ansiosa, pois sabe que que ele há de voltar. E enquanto espera, escreve a partitura do seu soneto da fidelidade. Dedicado ao amigo, jornalista e boêmio Cleomar Brandi.

É do Brasil!

Fui fazer uns exames semana passada. Apesar de pagar R$ 227 por mês em plano de saúde, tive de bancar um dos testes solicitados pela médica, a vista. Segundo a atendente, o meu plano não cobria o o referido exame naquele laboratório, "por conta do preço". O valor do exame? R$ 35. Meu plano? É do Brasil!. Pagar R$ 2.724 por ano e ainda sair como otário? É do Brasil!!!

Pelo visto, "o banco que ajudou o país a sair da crise mundial" o fez às minhas custas.

Não à violência institucionalizada

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Foto: http://www.infonet.com.br/
A decisão do Juízo da 12ª Vara Cível da Comarca de Aracaju, que bane torcidas organizadas dos estádios Lourival Baptista, na capital, e Presidente Médici, em Itabaiana, pode até não ser uma liminar capaz de extinguir, por si, a criminalidade no futebol sergipano. Mas é passo firme no processo de lavagem moral das arquibancadas, tiro certeiro contra a absurda institucionalização da violência.
Todo integrante de torcida organizada é violento? É criminoso? Não, não é. Mas todas as guerras, tiros, facadas, pedradas, arrastões, mortes de jovens, lágrimas e dores de familiares escoram-se na rivalidade de tribos inconseqüentes e ostentam as insígnias dessas facções. A violência se fortaleceu, se caracterizou, se profissionalizou, e isso é o mais grave.
Ao longo dos anos, no entorno das quatro linhas que guardam o espetáculo da bola, surgiu um espetáculo às avessas, de horror. Com nome e endereço. Tripudiador a ponto de enfiar um belo de um nariz de palhaço à fu…

O mãozinha de pilão

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Baseado em fatos reais

Valter Duarte e toda a moçada do boxe: ALÔÔÔ!!! TEM UMA PROMESSA DO PUGILISMO MUNDIAL À SOLTA EM ARACAJU!!! Seu nome é Mateus, um pimpolhinho de apenas seis anos e semblante inocente, mas capaz de nocautear qualquer marmanjo. Mentira? Brincadeira? Eu também não acreditaria, se um grande amigo meu não tivesse sido vítima do que já batizo como o ‘mãozinha de pilão’.
Quem é pobre como eu, sabe que vida de durango é difícil até na hora de honrar os compromissos. São tantos os boletos, que o sujeito se embanana todo na fila do banco, mesmo recorrendo aos bolsos e axilas para separar as dívidas mais urgentes daquelas que, inevitavelmente, vão ser empurradas para o mês que vem. E foi nesta situação, neste exercício de concentração e paciência, em uma fila do Banese, que meu amigo recebeu o golpe impiedoso do miúdo boxeador.
Enquanto somava os débitos e dividia o dinheiro, ouvia a voz da mãe do ‘anjinho’, aos berros: “PÁRA MATEUS! VEM PRA CÁ! FICA QUIETO, MENINO!” e coisas…

Parceria com o Chico Buarque

Sim, eu tenho uma parceria com o Chico Buarque. Na verdade, fiz uma adaptação da obra do Chico para uma reportagem sobre a Festa do Jegue, que acontece todo mês de setembro, no município sergipano de Itabi. Também, pra fazer uma reportagem especial a toque de caixa, só mesmo contando com o auxílio luxuoso do Chico e do grande amigo Adolfo Sá, mente brilhante lá da Aperipê TV. O primeiro, na trilha sonora dos Saltimbancos; o segundo, na edição de imagens. Além disso, contei com as entrevistas produzidas pelo jornalista Fábio Lélis e a narração profissional do amigo - e também jornalista - Tiago Hélcias, que deu vida ao meu texto. As imagens são do Claudionor Santos. O trabalho foi exibido na TV Brasil e, como já estamos em setembro, resolvi resgatar e postar aqui no boteco. Ah, e vale a dica: a Festa do Jegue será no final de semana de 20 de setembro.

Cordel na Era do "Brasil internético"

Texto: Thiago Barbosa
Narração: Nino Karvan
Edição: Álvaro Müller

Futebol: balaio de gatos

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A cadeia alimentar do futebol é cruel, todo mundo sabe. É dirigente comendo jogador – no sentido figurado da coisa, é claro –; jogador comendo dirigente, é um balaio de gatos dos diabos, uma bagunça. E tolo é quem acredita que só os cartolas estão no topo dessa cadeia. Nada... os metidos a espertalhões muitas vezes recebem bolas nas costas e ficam a ver navios, como um goleiro que acaba de levar um frango.
Taí o Cristiano Alagoano, que não me deixa mentir. O cara meteu no meio das canetas do Motinha e companhia, sem piedade. Na última segunda-feira, o atacante assinou contrato com o Sergipe, diga-se de passagem, na calada da noite; na quarta, a notícia explodiu na imprensa: Cristiano Alagoano é do Sergipe. Mas cadê ele???
A procura foi intensa. Repórteres, dirigentes do alvi-rubro, todos à caça do matador. Uma angústia que só teve fim quando o nosso querido editor do Líder!, Marcos Cabidelli, conseguiu localizar o dito cujo – através do telefone de terceiros – e, também por telefone, re…

Quero ser médico do Detran!

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Álvaro Müller*


Excelentíssimos e intocáveis senhores ministros do Supremo Tribunal Federal: eu quero ser médico do Detran. Cansei, sabe, dessa vida corrida e mal paga, dessa lida de mestre-cuca das palavras, a burilar a receita da informação de qualidade para a construção da cidadania. Eu?! Quero mesmo é ficar rico sem trabalhar e sem estudar. E se o jornalismo não precisa de diploma – de acordo com a decisão dos senhores –, porque diabos o médico do Detran precisa?
Ano passado renovei a habilitação e fui obrigado a passar por todas as etapas desse engenho de emprego, renda e, sobretudo, dinheiro para os cofres públicos chamado Detran. Dentre os procedimentos, óbvio, fui submetido a bendita consulta médica. Processo rápido, eu e um ‘doutor’ de aparência jurássica e cara de desdém. Coisa de dez, quinze minutos ou menos.
Você fuma? Não. Bebe? Finais de semana. Usa drogas? Só cerveja. Tem problema de pressão? Não. Toma remédio controlado? Também não. Tem histórico de cardíacos na família? N…

Reality Shows. Porque eu também posso fazer parte da TV!

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* Simone Tuzzo

“O esquema que se adota é o da aceleração, um trabalho ritmado e coordenado. Uma produção em série, feita para o consumo das massas, através da padronização, que gera produtos de fácil consumo.”
Estamos falando da televisão brasileira... Não exatamente. Ainda que absolutamente aplicáveis à forma de produção da televisão brasileira hoje, os conceitos acima fazem parte dos princípios básicos de Henry Ford e foram adotados para explicar sua forma de produção de automóveis em 1899. Mesmo neste caso, não devemos esquecer que a própria teoria de gestão foi aplicada procurando satisfazer necessidades de consumo, ou criar novas. Ao falar da televisão estamos falando de um espaço muito volátil e dinâmico, ou seja, um espaço de produção de cultura.
Num jogo de espelhos e enganos a massa decidiu que também quer fazer parte da produção da TV e a TV resolveu adotar uma nova linguagem que agrada em muito a massa, não pela forma de fazer, mas pela velha forma de consumir pensando que se …

Showneral de Michael Jackson

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Simone Tuzzo*
Showneral? Se você ainda não conhece essa palavra não se espante, é mais um fruto da mídia, e em breve você estará familiarizado com esse termo utilizado para identificar o “evento midiático” que se transformou a morte do astro Michael Jackson. Sim, o funeral midiático transformado em show é mais um ingrediente na trama entre o público, a mídia e a celebridade.Não é de hoje que a mídia cria heróis e celebridades, aliás, essa criação se transformou em sua principal atividade diária. A criação dos heróis e das celebridades pela mídia é uma forma de identificação coletiva de personagens vitais para afirmação da coletividade, mais que isso, uma forma de materializar em um personagem o modelo de perfeição e deslumbramento coletivo. Essa criação faz com que fique cada vez mais difícil a identificação entre realidade e ficção apresentada pelos meios de comunicação de massa.Neal Gabler, numa citação do historiador Daniel Boorstin, diz que vivemos num mundo onde a fantasia é mais …

O radialista e o goleiro que engoliu a bola

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Todo radialista esportivo é um enganador em potencial, capaz de transformar qualquer pelada mequetrefe em uma partida de futebol recheada de lances perigosos e polêmicos, sonho de consumo para o torcedor fanático, ávido por grandes emoções.
O jogo está ruim? Deixa com o radialista, que ele resolve. Aguça sua ‘sensibilidade’ e faz de chutes fracos, ‘petardos’. Quase todas as faltas são violentas; quase todas as quedas dentro da área são pênaltis; quase todas as defesas dos goleiros são difíceis; quase todas as bolas passam tirando tinta da trave adversária. Tudo isso enquanto o torcedor, irrequieto na poltrona, borbulha em emoções diversas. Beira o enfarto.
O poder de convencimento de um radialista é tamanho, que Dona Anita quase morreu depois de um comentário casual, durante a transmissão de um jogo qualquer. Dona Anita Nunes era a mãe de José Acúrcio, figura conhecida em Alagoinhas como ‘Zé Elegante’ por conta das suas atuações performáticas enquanto goleiro de alguns times da cidade.
C…

Ah, tá...

Jornalistas são os profissionais que mais consomem álcool

fonte: www.webmanario.wordpress.com

Os jornalistas lideram o ranking dos profissionais mais bebedores na Inglaterra. Na média, eles consomem 19 copos de chope ou quatro garrafas de vinho por semana (sim, há quem beba ambos).

O estudo, conduzido pelo governo britânico, aponta que o povo de mídia no país bebe 44 doses alcoólicas semanais, o dobro do que é tolerado pelo ministério da Saúde local.


*****
19 copinhos de chope ou quatro garrafinhas de vinho por semana... sei... sem querer humilhar, mas, por aqui, a gente bate esse recorde em um dia. E eu achando que o Brasil só era o país do futebol...

Cobertura de primeira, futebol de segunda

Nos últimos quatro meses, tive a oportunidade de trabalhar - e aprender - com uma equipe de jornalistas de primeira. A modesta Aperipê TV encampou um projeto grandioso quando assumiu a transmissão do Campeonato Sergipano 2009 de futebol. Comparável, em qualidade técnica, a qualquer grande emissora, pública ou privada, do país. Os profissionais, é claro, não poderiam deixar a desejar. E não deixaram mesmo. Os caras fizeram história no jornalismo televisivo sergipano. Agora, uma coisa é certa: a equipe é show de bola no entorno das quatro linhas. Mas dentro... Bom, é ver para crer.


Cleomar

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Foto: Gilson Sousa (www.gilsonsousaaracaju.blogspot.com)
Olá
Eu sou a boemia a lhe saudar nas noites dissonantes A lua dos errantes As flores dos amantes Hão de ser pra sempre belas Olá Quem sabe até a poesia seja eu A pena dos poetas Um copo de conhaque Ao tom de luz vermelha No cólo de uma dama Que diz que me ama Eternamente, até o nascer do dia
Quem sabe eu tenha a madrugada como confidente E a saudade ao meu lado como companhia Meu coração, boêmio, é feito simplesmente De verso, encanto, amor e nostalgia Mas, se me chega um violão Se me lembra uma canção Meu coração, sala vazia Convida a alegria pra dançar E eu me apresento Olá * Música em parceria com Gilton Lobo, em homenagem ao maior boêmio e jornalista de Sergipe. Quem quiser ouvir, é só nos procurar no Bar do Mineiro, Bar do Bel ou qualquer um desses botecos da vida. O Cleomar certamente estará lá também.

SAI DA FRENTE!!!

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Quem dirige a sessenta por hora em toda a extensão de Aracaju? Não sejamos hipócritas! Eu, sinceramente, prefiro frear em cima do radar e ainda atribuo o rótulo de besta ou desocupado a quem segue a risca a velocidade máxima permitida. Aliás, chego até a apostar que tem mais besta do que desocupado ao volante, subindo e descendo pela cidade.
Vou fundamentar, é claro. Pra início de conversa, uma estranha mania acomete alguns motoristas aracajuanos: eles adoram andar a passos de tartaruga pela pista da esquerda. Gente... Logo que tirei a minha habilitação, lá pelos idos de 1996, recebi a informação de que o correto é seguir pela direita, já que toda e qualquer ultrapassagem se faz obrigatoriamente pela esquerda. Será que a lei mudou? Duvido muito. Mas também, se não mudou, a essa altura do campeonato pouco importa. Os 'motorantas' de Aracaju – metamorfose não muito rara, resultante do cruzamento entre um motorista e uma anta – mudaram por conta própria mesmo. E o resultado dessa …

Abra alas, minha gente...

..que o frevo vai passar!

Pré-Caju pra mim é Caranguejo Elétrico, Armandinho Macedo. E nada mais.
De todos os santos, encantos e axés, sagrado e profano, o filho de Osmar Macedo (um dos inventores do Trio Elétrico) é um dos mais virtuosos guitarristas do mundo e a resistência do verdadeiro carnaval.
O som da sua guitarra baiana inebria a alma. No corredor da história, pelas vias, pelas veias, faz uma multidão embebida em alegria balançar o chão da praça. Sem pudor, sem ostentações, sem estereótipos.
Por isso chame, chame, chame, chame gente!
Armandinho é o carnaval em cada esquina do meu coração, e pra libertar meu coração eu quero muito mais que o som da marcha lenta.


Quer conferir o poder da guitarra de Armandinho? Sugiro o vídeo abaixo. Coisa de uns 30 anos atrás.



E se você já quer entrar no clima do Caranguejo Elétrico, veja esse vídeo e observe, além da qualidade da música (letra e melodia), como as pessoas se divertem com liberdade, no verdadeiro espírito do carnaval (coisa que o Pré-C…

E o Chico, João?

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Veja trecho da notícia "O Rio São Francisco visto por João Alves", escrita pelo jornalista Ivan Valença e publicada na Infonet, em 21/10/2008:

Diz o dr. João em determinado trecho: “O volume de água a ser retirado do Rio São Francisco será de 126m3/s, cabendo observar que se, de fato, essa água fosse destinada ao consumo humano, como a propaganda enganosa do governo procura passar à opinião pública – alegando o próprio presidente da República que só se vai retirar do rio uma ‘cuia d´água’ para matar a sede de pobres sertanejos carentes –, daria, adotando-se padrões de consumo rural, para atender a uma população de mais de 100 milhões de pessoas. Ocorre que a população rural sem água do semi-árido, a qual o projeto supostamente se destina, não ultrapassa 5 milhões, dos quais serão atendidas pelo projeto, em suas casas, de 500 a 700 mil pessoas”. O dr. João revela que o custo oficial previsto da obra será de R$ 6,5 bilhões, porém, cálculos realizados por técnicos independentes …