A lua do boêmio

Eis que a lua repousa sobre Aracaju em 04 de novembro de 2009, plena quarta-feira. Embebida na sensibilidade e talento do jornalista, poeta e fotógrafo Nivaldo Menezes, se mostra graciosa. À espera dos acordes de um violão, dos beijos, suspiros e sussurros dos amantes, dos goles compassados e melódicos da poetisa boemia. Sim, a lua espera o boêmio, ansiosa, pois sabe que que ele há de voltar. E enquanto espera, escreve a partitura do seu soneto da fidelidade.
Dedicado ao amigo, jornalista e boêmio Cleomar Brandi.

Comentários

Vivianne Paixão disse…
Lindo!! : )
Anônimo disse…
Porra Alvinho, coisa linda de Deus esse seu texto. Nosso bom e velho Cleo já já vai estar de volta! Grande abraço parceiro!

Thiago Barbosa
Anderson Ribeiro disse…
Fidelíssima, graças a Deus! asim como o Cleomar é para a boemia.

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