Eis aqui a grande invenção da internet! A inimaginável fusão do boteco, ponto de discussões filosóficas e nascedouro das soluções para todos os problemas políticos, econômicos e sociais do mundo, com o hospício, furna da mais pura sinceridade, livre das convenções, amarras e obrigações sociais. Coerências ou devaneios, tudo vale. Tudo é possível. Portanto, seja bem-vindo! Entre, sente, tire a camisa de força e tome mais um gole, sem pressa para pedir a saideira.

segunda-feira, dezembro 29, 2008

O Piano




Notas e tons, jobinando as canções pra você
Solta um bemol, gargalhadas em lá
Esse piano, instrumentando a nossa ilusão
Teclas e sonho, arremedos nos dedos das mãos
A mão entende o que o meu coração quer dizer
E quando se estende, procura você
E esse piano, extensão dos meus braços, remir
Alcança o sol para lhe oferecer
O primeiro dó
O primeiro amor
Paixão sustenida, razão diminuta
E a clave arrebenta em mi
São tantas oitavas
Mas todo piano
Termina em si.


Música em parceria com Anderson Ribeiro e Gilton Lobo.

5 comentários:

Djenal disse...

Ah, essa música eu ouvi em primeira mão, e à domicílio, com a presença adiposa de Alvinho, Andinho e Giltinho - os três mosqueteiros adiposos da música sergipana e adjacências.

splendid disse...

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Analuka disse...

Bonito poema! De quem é a imagem delicada?... Abraços alados e musicados.

Analuka disse...

...E onde posso ouvir a música?...

Anônimo disse...

Estavam muito inspirados, a música é linda, e o cantor tem um talento especial para o violão. Amei belismo toque mais vezes Alvinho.